Segundo informações da Câmara Municipal de São Paulo, o valor consolida os acordos de regularização celebrados por grandes devedores desde a instalação da comissão. Dos R$ 2,079 bilhões, os R$ 611 milhões pagos à vista já ingressaram no caixa municipal; o restante foi estruturado em parcelamentos, que podem chegar a até 120 parcelas.
"Dos R$ 2,079 bilhões, R$ 611 milhões entraram em cash. Eu acho realmente muito pouquinho." — Vereador Sansão Pereira, presidente da CPI
Para o parlamentar, o resultado comprova que a atuação da comissão produz efeitos concretos sobre a arrecadação, mas ainda há muito a recuperar. A CPI foi prorrogada para continuar a apuração e cobrar a regularização das empresas que seguem sem acordo.
Números da recuperação
Empresas ainda sem acordo
Na mesma reunião, a comissão registrou a ausência de representantes de grandes devedores convocados — entre eles Banco Bradesco, Grupo Santander e Enel Distribuição São Paulo. No caso da Hapvida NotreDame, o executivo Lucas Garrido foi dispensado do comparecimento por decisão judicial. A CPI reiterou as convocações e segue cobrando a presença dos responsáveis financeiros.
Evolução do resultado
O montante amplia significativamente o resultado divulgado em maio, quando a comissão informava R$ 760 milhões em negociações. O valor de R$ 2,079 bilhões continuará sendo acompanhado pela CPI e poderá ser atualizado conforme novas informações forem encaminhadas pela Prefeitura, pela Procuradoria-Geral do Município (PGM) e pelos demais órgãos competentes.